Arquivos Mensais: novembro 2015

Univem em parceria com UFSCar desenvolvem tecnologia para Polícia Militar de SP

Alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, orientados pelo Prof. Leonardo Castro Botega, desenvolveram sistema de informação de monitoramento e mapeamento de emergências em parceria com a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

O projeto desenvolvido em conjunto com a Universidade Federal de São Carlos demonstra como melhorar a inteligência destes sistemas de forma que tarefas de localização de pessoas e objetos de interesse e a logística dos recursos para busca e apreensão sejam realizadas com maior eficácia e eficiência, como por exemplo para obter melhores dados sobre um determinado crime e proporcionar um melhor atendimento à ocorrência.

Os resultados do projeto foram apresentados em agosto pelos alunos Valdir Junior e Matheus Ferraroni Sanches do curso de Ciência da Computação e pelas alunas Natália Oliveira e Jessica Souza do curso de Sistemas de Informação em evento científico em Los Angeles (EUA) (https://compsi.univem.edu.br/2015/08/28/academicos-do-univem-apresentam-pesquisas-de-ponta-em-congresso-nos-estados-unidos).

Veja abaixo reportagem sobre o projeto:

Formação Diferenciada em TI é no Univem – Vestibular 2016

Matéria do Grupo de Estudos sobre Games do Univem

NA CONTRAMÃO DA CRISE, SETOR DE TI GERA MAIS DE 3 MIL EMPREGOS

O mercado de TI tem passado com folga pela crise vivida no país. Atualmente, muitas empresas estão contratando e as perspectivas são boas para o fim deste segundo semestre.

Hoje o país apresenta uma taxa crescente de desemprego, porém o setor de Tecnologia da Informação registrou resultado positivo do emprego formal de 3.319 mil postos entre janeiro e julho de 2015. Em relação ao mesmo período de 2014, houve um aumento de 50%. Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED) e evidenciam o saldo líquido das movimentações do mercado de trabalho. Apenas em São Paulo, cidade principal, responsável pelo efeito favorável da movimentação no setor de TI, foram mantidos 2.604 mil postos de trabalho.

Outro exemplo, são as taxas de crescimento, o ritmo do setor de TI está à frente do projetado para o PIB nacional que, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), recuará 2,8% em 2015, enquanto que a previsão para o mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é de crescimento na ordem de 5%, com perspectiva de movimentação financeira na casa dos US$ 165,6 bilhões, conforme prognóstico da International Data Corporation (IDC), divulgado no primeiro semestre deste ano.

Para Elvis Fusco, presidente da Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação – Asserti, o resultado positivo se deve ao fato de que na crise, as empresas criam novas estratégias para minimizar os custos, maximizar os recursos humanos, econômicos e técnicos. Tudo isso para melhorar os processos e aumentar os resultados. “Esses processos sempre vão ser apoiados pela TI. Qualquer que seja a estratégia de negócio que uma empresa tenha, esta passa pelo alinhamento da TI, ou seja, quanto mais crise houver, mais as empresas de todos os segmentos vão se voltar para a TI e demandar das empresas desse segmento soluções para minimizar a crise”.

Gargalos

A Asserti acredita que o Brasil não perderá investimentos estrangeiros  por conta de problemas com infraestrutura, logística e alto custo de energia.

Elvis Fusco lembra que o mercado brasileiro é o 7º mundial, os investidores continuam acreditando no Brasil e investindo no país. A maioria destes investimentos acaba vindo para o Estado de São Paulo, devido sua maturidade em relação à pesquisa e desenvolvimento, mão de obra e infraestrutura.

Somente neste ano, a Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, anunciou a concretização de 20 projetos. São aportes no mercado de TIC e em diversos outros segmentos da economia que, juntos, geraram mais de R$ 6,9 bilhões em investimentos e mais de 7,5 mil empregos diretos até a primeira quinzena de agosto.

São Paulo

A preferência do investidor estrangeiro por São Paulo é evidente em vários indicadores. Mais de 70% do capital estrangeiro investido em TIC no Brasil é aplicado no Estado. Além disso, 16 das 23 multinacionais do setor instaladas no país estão sediadas na capital paulista.

O presidente da Asserti acredita que o modelo deve ser copiado por outros estados para atrair investimentos e empresas estrangeiras interessadas em se instalar no mercado brasileiro.

“Acredito que se o país estabelecer um padrão mais alto em relação à qualidade de infraestrutura e o ‘Custo Brasil’ for mais competitivo, o Brasil será o líder em investimentos na área de TI.”

Mão de obra qualificada

Márcio Lacs, presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Assespro RJ, afirma que os grandes centros do Brasil hoje dispõe de bons profissionais para data center, como projetistas, administradores e operadores. “A internet permite colaboração e atualização continuada, o que em si permite o desenvolvimento profissional.”

Para a Asserti, uma iniciativa importante seria a aproximação das empresas das universidades em modelos de qualificação específica, como a criação de Centros de Inovação Privados nas universidades, em que empresas alocam espaços no campus da instituição, e oferecem treinamentos de capacitação nas tecnologias e processos utilizados por elas. Esse modelo vem sendo utilizado em Marília no Centro Universitário Eurípides (UNIVEM) com as empresas Boa Vista Serviços e Locaweb, que atualmente conseguem absorver os alunos egressos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas da Informação.

“Pelas demandas específicas de cada empresa de TI, não há como a universidade formar um profissional pronto para atuar nas tecnologias utilizadas. Por isso, acredito que essa aproximação é o caminho para resolver o problema.”

Futuro

A Assespro acredita num forte reposicionamento das empresas em reflexo da conjuntura global propiciada pela nuvem. Também, numa regulamentação trabalhista e fiscal. “Temos que ter mais espaço e facilidade para criar e produzir.”

Para a Asserti, o mercado brasileiro de TI deve se fortalecer ainda mais, nos próximos anos, devido às demandas dos mercados internos e externos e pela existência de entidades fortes no país, que estimulam o crescimento das empresas e da formação de mão de obra, que é o principal insumo para o desenvolvimento do mercado de TI.

Mestrado em Ciência da Computação na Unesp

Estão abertas até 27 de novembro as inscrições para o processo seletivo 2016 do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) da Unesp, curso de mestrado. O número de vagas é 41.

Candidatos graduados em cursos da área de Computação ou áreas afins (Engenharia Elétrica, Matemática, etc.) são bem vindos. Espera-se dos candidatos uma formação básica em Computação, aferida a partir dos resultados do Poscomp (2013, 2014 ou 2015).

 

O PPGCC-Unesp apresenta quatro linhas de pesquisa: Arquitetura de Computadores e Sistemas Distribuídos; Engenharia de Software e Banco de Dados; Processamento de Imagens e Visão Computacional; e Matemática e Inteligência Computacional

 

O PPGCC-Unesp mantém núcleos nas unidades da Unesp das cidades de São José do Rio Preto, Bauru e Rio Claro, onde as disciplinas são ministradas. Além dessas três cidades, o PPGCC inclui também a unidade da Unesp de Presidente Prudente. Essas quatro cidades do interior paulista apresentam uma excelente qualidade de vida, com a tranquilidade da vida do interior e os recursos das grandes cidades (aeroportos, rodovias de ótima qualidade, comércio ativo, shopping-centers, além de outras comodidades típicas de capitais).

 

Mais informações sobre o PPGCC – Unesp podem ser obtidas na página do programa, em:

 

O edital do processo seletivo 2016 do PPGCC – Unesp está disponível em:

COMPSI cria Grupo de Estudos sobre Games

Objetivo é ampliar formação dos alunos

 Com o objetivo de discutir e ampliar a formação dos alunos de Ciência da Computaçãoe Sistemas de Informação do Univem, foi criado pelo COMPSI (Computing and Information Systems Research Lab) o Grupo de Estudos UNIVEM Game DEV que reúne alunos e professores do UNIVEM e pesquisadores de outras instituições num ambiente colaborativo que estuda tecnologias, metodologias e a indústria dos games e seu momento atual.

O intuito é preparar os alunos para a carreira na área de jogos digitais que tem no Brasil um dos maiores consumidores de jogos eletrônicos do mundo e a previsão é de que o mercado nacional de games movimente R$ 4 bilhões até 2016 (dados da consultoria PricewaterhouseCoopers).

Segundo o Prof. Allan Cesar Moreira de Oliveira do Univem, por meio do estudo de artigos da área e de ferramentas tecnológicas, com discussões quinzenais com todos os participantes, tanto alunos quanto professores irão evoluir e aprender, juntos, sobre essa indústria do entretenimento que já fatura mais do que a indústria de filmes de Hollywood.

O mercado de jogos eletrônicos emprega profissionais de diferentes níveis e áreas do conhecimento. Existe, obviamente, uma demanda constante por programadores e desenvolvedores de software, mas a área engloba também habilidades que estão mais para a área de humanas do que para a de exatas, como é o caso de roteiristas e músicos. Jogos educativos e corporativos normalmente envolvem a participação de um especialista naquele assunto (como jogos na área de finanças, por exemplo), um profissional que pode atuar como consultor no projeto e não necessariamente trabalhar diretamente com games em seu dia a dia.

O Prof. Dr. Elvis Fusco, coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, comenta que com a crescente demanda por profissionais na área de TI, a procura por cursos superiores neste setor está aumentando na mesma proporção e a formação de profissionais nesta área é um dos objetivos dos cursos do Univem.

Outro objetivo é que os alunos possam ter reais oportunidades na área, sendo inicialmente instruídos sobre a melhor maneira de aprendizado e as possíveis áreas de carreira, e em sequencia sendo acompanhados em seu desenvolvimento pessoal.

O grupo ajudará a criar eventos que sejam da área, como por exemplo, Game Jams, promoverá reuniões quinzenais/mensais, e obterá instrutores que possam ensinar os alunos, através de cursos sobre o assunto.

O ponto principal do grupo são as reuniões, no qual todos do grupo vão ter oportunidade de interagir e discutir um texto (apontado previamente pelo coordenador do grupo).

Serão três pontos principais a serem trabalhados em cada reunião:

1. A discussão de um tópico, baseado em um artigo que todos devem ter lido: esse tópico deverá ser altamente relevante para a indústria e para o aluno. O ideal é que a conclusão da discussão de cada semana leve à escolha do próximo tópico. Ou seja, os alunos vão ajudar a guiar o aprendizado do grupo.

2. A integração entre alunos de diversos períodos e cursos: para que os alunos possam se conhecer, descobrir colaborações e parceiros de trabalho, e se juntarem para criarem seus próprios projetos durante o curso (e depois).

3. O acompanhamento de projetos em andamento pelos alunos: iniciando com a validação do “fator de diversão e engajamento” do projeto, passando pela decisão da tecnologia de implementação (Game Engine), depois pela divisão do trabalho e instrução de cada indivíduo, e finalmente o acompanhamento do desenvolvimento do projeto em todo o seu curso (finalizando com uma analise de marketing e lançamento de produto).

Além desse grupo de Games, o COMPSI mantém ainda os grupos de Segurança da Informação, Realidade Virtual e Aumentada e Gestão da Informação e Inteligência Competitiva.

Para conhecer mais sobre os grupos de estudos do COMPSI/Univem, acesse: www.compsi.univem.edu.br.