Sobram vagas em Java!

28/11/2014 – Eric de Carvalho e Thais de Oliveira *

A falta de mão de obra qualificada não é um assunto novo em TI. O mercado de tecnologia da informação está cada vez mais aquecido no Brasil, considerado pela ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) o sétimo país que mais cresceu globalmente quando se trata de tecnologia uma média de 15,4% em 2013. No entanto, o país ainda deixa uma lacuna no recrutamento de profissionais qualificados, inclusive para atuar com tecnologias e linguagens específicas, como Plataforma Java, Groovy, Grails, e PL-SQL, que oferecem boas oportunidades e salários atrativos.

Só para os especialistas em Java, por exemplo, a média salarial pode variar entre R$ 2 mil (Júnior) a R$ 7 mil (Sênior) no regime de contratação CLT. A linguagem de programação permite ao profissional atuar com interface gráfica WEB, banco de dados, integrações por serviço (WebServices) e regras de negócio, podendo ser embarcada em diversos dispositivos ou executada em um servidor – a plataforma envolve várias linguagens e ferramentas, e de forma dinâmica, quem transita nesse universo pode prosperar na carreira. É por isso que a linguagem atrai jovens profissionais e agrada diferentes perfis de empresas. Mas mesmo assim, os recrutadores ainda têm dificuldade para encontrar talentos que dominam a tecnologia.

Algumas das razões que prejudicam as contratações são: impaciência, medo e falta de conhecimento técnico. Além disso, a necessidade constante de mudança, a busca por ambientes flexíveis e salários maiores – características dos jovens da geração Y também têm mexido com a cultura de muitas organizações, que buscam se adaptar para reter esse novo perfil, que no anseio de crescer rapidamente na carreira não hesita em trocar de emprego.

Para reter os jovens, muitas empresas investem em programas de flexibilidade de horário, feedback profissional, treinamento, e mesmo assim a rotatividade se mantém expressiva. Em contrapartida, o profissional entre 33 e 40 anos, com perfil sênior/gerencial, domina tecnologias, gestão de negócios, e teme trocar de emprego. Para ele, a troca não está associada apenas ao salário maior, mas à cultura organizacional e à preocupação com o bem estar. Profissionais nesse perfil prezam pelo bom ambiente de trabalho, qualidade de vida e a boa gestão da sua futura área, e a maturidade também se torna um diferencial no mercado.

Certificação ou experiência ?

A falta de conhecimento especializado em Java, fator comum entre os mais jovens, também está associada ao fato de que boa parte das faculdades de tecnologia foca mais no ensino teórico do que no prático, formando profissionais despreparados para o dia a dia do mercado. Por isso, os que pretendem atuar nessa área não podem pensar duas vezes na hora de procurar cursos especializados fora da faculdade.

Entendendo esse problema na formação e no perfil dos profissionais, muitas empresas começaram a escolher jovens talentos não pela quantidade de certificações, mas pela qualidade das suas experiências e amor pela carreira. Algumas preferem contratar profissionais que se mostram curiosos e dedicados pela sua área, pela maior chance de retenção, do que os que possuem muitas certificações e não têm um foco específico. Para elas, a chance do que tem melhores experiências e menos certificados aproveitar o aprendizado e fazer carreira na empresa é maior.

Portanto, para atuar em Java, o profissional de TI precisa não apenas dominar a linguagem, mas decidir em que área quer atuar dentro da tecnologia e se especializar nela, seja com um curso técnico ou pós-graduação. Isso pode ajudar no desenvolvimento profissional ao reforçar e facilitar o aprendizado do processo de ponta a ponta, e se torna um bom diferencial, já que a maioria dos jovens hoje possui apenas conhecimentos superficiais, já que ficam menos de um ano em cada empresa.

(*) Eric de Carvalho e Thais de Oliveira são especialistas de Desenvolvimento e Recrutamento e Seleção para TI da Synchro

Fonte: Computer World – São Paulo/SP

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Presença no Conic 2014

Alunos do UNIVEM – dos cursos de Administração, Direito e Ciência da Computação – foram aprovados em importante evento de Iniciação Científica: o 14º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC/Semesp), no qual será realizado nos dias 28 e 29 de novembro.

Realizado pelo Semesp – Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior – desde 2001, o Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC/Semesp) tem como objetivo identi­ficar talentos, estimular a produção de conteúdo científico além de viabilizar na prática os projetos apresentados pelos alunos, por meio do exercício da criatividade e de conhecimentos adquiridos.

Veja abaixo quem são eles:

Administração: Thaynara Drielli de Souza Garcia;

Direito: Ana Flavia de Andrade Nogueira castilho, Amanda Magalhães Lopes da Cruz , Eduarda Gelás Lourenço dos Santos, Giovana Bortolini Poker, Giovane Moraes Porto e Luana Pereira Lacerda;

Ciência da Computação: Cláudio Roberto Costa, Cristiano Vicente, Lucas Cesar Ferreira, Lucas Zanco Ladeira, Matheus Ferraroni Sanches, Thais de Moura Santos, Thiago Aparecido Gonçalves da Costa e Valdir Amancio Pereira Junior.

14º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC/Semesp)
14º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC/Semesp)

 

UNIVEM: Ciência da Computação no CIDTI 2014

Alunos do Univem – do curso de Bacharelado em Ciência da Computação – apresentaram seus trabalhos em um importante evento de Iniciação Científica: o 7º Congresso de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da Universidade Federal de São Carlos (CIDTI) no dia 20/11/2014.

O CIDTI é um fórum voltado para a divulgação e discussão dos trabalhos de Iniciação Tecnológica e Inovação do alunos da UFSCar e demais universidades. Desse modo, o evento propicia um contato dos estudantes de graduação com os Docentes e alunos de pós-graduação.

Os alunos do UNIVEM apresentaram seus trabalhos em forma de pôster e foram muito elogiados pela comissão avaliadora do evento.

Da esquerda para a direita - Fernanda Mayumi, Thais de Moura, Prof. Dr. Fábio Dacêncio, Thiago Costa e Lucas Zanco.
Da esquerda para a direita – Fernanda Mayumi, Thais de Moura, Prof. Dr. Fábio Dacêncio, Thiago Costa e Lucas Zanco.

Segue abaixo os nomes dos projetos dos alunos:

– Fernanda Mayumi Tachibana
Projeto: “Protótipo de redes de sensores sem fio: algoritmo de regeneração de comunicação”

– Thais de Moura Santos
Projeto: “Aplicativo seguro para meio de pagamento off-line utilizando NFC e a plataforma Android”

– Thiago Aparecido Gonçalves da Costa
Projeto: “Integração do Simulation Of Urban Mobility ao OMNeT++ e Veins para predição de congestionamentos”

– Lucas Zanco Ladeira
Projeto: “Meio de pagamento seguro e off-line utilizando tecnologia Java Card”

Os 8 melhores empregos para profissionais de engenharia e TI

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Os profissionais de Engenharia e Tecnologia da Informação estão em crescente ascensão no mercado mundial. Segundo dados do Bureau of Labor Statistics (BLS), unidade do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, seis carreiras de TI e Engenharia vão crescer pelo menos 20% ao longo dos próximos oito anos. Além de maiores perspectivas de crescimento, os engenheiros e profissionais de TI possuem salários mais altos. De acordo com dados Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos (ASME), durante o período de recessão estadunidense – 2011-2013 – o salário médio dos profissionais desse setor subiu quase 5%. O índice de desemprego entre eles também é menor e fica entre 1,9%.

Diante do cenário tão promissor, o site de recrutamento CareerCast elaborou uma lista com os oito melhores empregos na área de tecnologia da informação e engenharia, baseado no  2014 Jobs Rated Report, publicação anual que leva em conta ambiente de trabalho, perspectiva de crescimento e estresse de cada profissão.

Veja quais são os oito melhores cargos para os profissionais de TI e engenharia:

Engenheiro de software 

Salário médio anual: $93,350 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 22%

Analista de sistemas

Salário médio anual: $79,680 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 25%

Engenheiro Biomédico

Salário médio anual: $86,960 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 27%

Administrador de Sistemas

Salário médio anual: $72,560 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 12%

Engenheiro de Petróleo 

Salário médio anual: $130,280 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 26%

Engenheiro Civil

Salário médio anual: $79,340 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 20%

Programador

Salário médio anual: $62,500 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 20%

Redator Técnico

Salário médio anual: $65,500 dólares

Projeção de crescimento até 2022: 15%

Fonte: Revista Exame

WRVA 2014 – Palestra 3 – Do conceito à mecânica de serious games com realidade virtual e aumentada: propostas de aplicação e tecnologias envolvidas

Resumo: O uso de serious games com realidade virtual e aumentada pode contribuir em processos educacionais, instituindo propostas diferenciadas, marcadas pela ludicidade, imersão e motivação. Para o desenvolvimento deste tipo de aplicação é necessário explorar, dentre outros, conceitos pertinentes à mecânica de jogos digitais, suspensão da descrença, teoria do fluxo, classificação de serious games, bem como os desafios existentes e as diretrizes que contribuam para sua elaboração. Este panorama é complementado por uma contextualização das tecnologias que podem ser utilizadas e exemplos de serious games com realidade virtual e aumentada.

Pollyana Notargiacomo Mustaro
Pedagoga Graduada pela Universidade de São Paulo, Instituição em que também se titulou como Mestre e Doutora em Educação. Atualmente é Professora na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde desenvolve atividades de Docência e Pesquisa junto à Faculdade de Computação e Informática e ao Curso de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. Dentre suas áreas de investigação destacam-se Jogos e Estudos Culturais, Serious Games, Design Instrucional, Tecnologia Educacional, Educação Online, Redes e Mídias Sociais Digitais, Arquitetura Informacional e Usabilidade.

WRVA 2014 – Palestra 2 – Reconhecimento e comandos por voz em português do Brasil aplicados às Realidades Virtual, Aumentada e Misturada

Resumo: Dotar equipamentos com recursos de reconhecimento e comandos por voz em português do Brasil, inclusive no que diz respeito a aplicações com Realidades Virtual, Aumentada e Misturada é uma tendência em termos de desenvolvimento tecnológico em geral. É necessário, para tanto, estabelecer critérios quanto à identificação e classificação de alguns equipamentos e/ou softwares que operam com esse recurso em nosso idioma. Nesse âmbito, é essencial obter sugestões de como proceder com eventuais análises quando se trata de avaliar a adequação de tais recursos no que diz respeito aos quesitos usabilidade e acessibilidade, ou seja, o uso cotidiano por parte do falante nativo. Algumas dessas informações baseiam-se em dados atualizados do Atlas Linguístico de Brasil – ALiB – e todo o conteúdo é guiado sob a luz de teorias como Sociolinguística, Geolinguística, Fonética e Fonologia, Linguística Geral, Processamento de Linguagem Natural, Processamento de Sinais da Fala, Inteligência Artificial entre outras.

Edio Roberto Manfio
Doutorando em Linguística pela Universidade Estadual de Londrina (2013), Mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Maringá (2006), Graduado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1997). Atualmente é professor Associado da Faculdade de Tecnologia de Garça onde desenvolve projeto em Regime de Jornada Integral – RJI. Atua nas áreas de Linguística Geral, Fonética e Fonologia, Sociolinguística, Dialetologia, Processamento de Linguagem Natural, Processamento de Sinais da Fala, Análise do Discurso e Linguística Textual e possui também formação na área de eletrônica.